quinta-feira, 24 de janeiro de 2013


A MORTE DO SOL


 A morte do sol seria fatal ao ser humano, e praticamente para todas as espécies, seria o fim da vida. Totalmente dependente do sol eu fico aqui, observando ele iluminar  a lua por inteira, cheia de brilho, cheia de beleza, de amor, para mim cheia de imaginação e esperança.
Vendo a lua, vivendo a noite, me sinto livre, pois a noite liberta todos os espiritos e aqui parado, eu fico vagando, andando no vento e voando longe na minha imaginação.
 Perto de onde quero chegar, longe de onde quero estar. Sem saber  o que fazer, sem saber onde encontrar. Só resta aquela velha esperança que teima e fica por aqui, me fazendo lembrar, pensar, talvez... querendo insistir.
 Na sombra do pensamento vejo um mundo sem sol e logo percebo que sem ele, a lua também não brilharia e a noite perderia a graça...
 Vejo que o sol é como uma fonte de sorrisos e os sorrisos uma fonte de vida.
 Não sei por qual motivo, mas faço uma comparação. E agora além da velha esperança, tenho uma grande duvida.
 SEU SORRISO NÃO SERIA O MEU SOL?              

                                                                                                                 Gabriel Garcia (Bolacha)       

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